21 novembro, 2012
20 novembro, 2012
ou a vida
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terça-feira, novembro 20, 2012
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01 novembro, 2012
um país finado(s)
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quinta-feira, novembro 01, 2012
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31 outubro, 2012
coisas de pasmar
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27 outubro, 2012
respirando
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14 outubro, 2012
apenas por necessidade de respirar
não sabia que você era escritor.
eu que mal-me-conheço:
sim, às vezes sou escritor; outras acho que sou; outras vezes apenas pareço que sou, outras nem isso.
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domingo, outubro 14, 2012
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23 setembro, 2012
de outro romance em construção
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03 agosto, 2012
poema quase bucólico
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05 julho, 2012
Livraria Parlamentar - Assembleia da República
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28 junho, 2012
Apresentação do livro "Memória das Cidades"
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17 maio, 2012
Apresentação da Revista ALEF em Ponte de Lima
A ter lugar no Arte e Baco às 21:30
A revista terá nesta edição a plublicação de poemas meus e de mais três autores portugueses, bem como as repectivas fotos, notas biográficas e bibliográficas.
Para que isto fosse possível, foi fundamental o empenho e a dedicação do meu amigo escritor e poeta, José Ilídio Torres.
Aos amigos e leitores que estiverem por perto, deixo aqui o convite em jeito de desafio para que compareçam.
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quinta-feira, maio 17, 2012
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25 abril, 2012
Para mim Abril também tem este significado!
Enormes são aqueles que se entregam a construir o impossível.
Assim foi Miguel Portas e continuará a ser porque o seu exemplo vai
perdurar para além da sua existência terrena. E, a grandeza de um ser
humano, não tem cor partidária - é, isso sim; património de um povo, de
um país, que é o nosso - Portugal.
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quarta-feira, abril 25, 2012
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Abril Sempre! Mas Também!
A liberdade não é um direito, é um dever!
No meu curto entendimento, acho que se ela fosse assim encarada, a situação seria muito melhor, quer no nosso país quer no resto do mundo.
Mas isto é o que eu acho, sei lá; sei lá quanto vale o que eu acho – sei lá.
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07 abril, 2012
excerto de romance em construção
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19 fevereiro, 2012
Lançamento da Antologia de Poesia Contemporânea "Entre o Sono e o Sonho" Volume III
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31 janeiro, 2012
ainda a dizer-me, sei lá...
em pousio - acometido de um surto de pardo sossego; já que escrever não é
tarefa, ler não é ocupação, inteligência é coisa que a ignorância não suporta.
quero lá saber; até porque cultura não é ministério é secretaria. antes de sair
vou ousar - coloco um broche alaranjado na lapela - rosa já não é moda.
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terça-feira, janeiro 31, 2012
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30 dezembro, 2011
Mensagem
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22 dezembro, 2011
6º aniversário desta pastagem
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21 novembro, 2011
já era para ter dito, mas digo agora
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segunda-feira, novembro 21, 2011
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19 novembro, 2011
de novo a dizer-me
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sábado, novembro 19, 2011
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15 novembro, 2011
continuo com esta necessidade de dizer
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12 novembro, 2011
era-me necessário dizer
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16 outubro, 2011
a depressão de todas as depressões
sob o inexplicável estio há uma chuva estranha e ácida que cai sobre a gente humilhada; as cidades oferecem o poder ao primeiro que as fizer cantar. a esperança já não é suficiente; aproxima-se o momento em que tudo vai implodir sob a ameaça de decisões impossíveis de resultar.
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29 julho, 2011
excerto - 2
às vezes as grandes cidades são dolorosas e íngremes; sendo obscenamente sufocantes, o ar é tão escasso que os que nelas vivem fenecem sob o desígnio de um sorriso nebuloso. as pétalas não são pétalas; são páginas e páginas de necrologia ao fim-de-semana, sem glória, ao fim-de-tudo, e os automóveis decepam as lágrimas.
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26 julho, 2011
excerto - 1
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08 julho, 2011
O meu novo blogue
Grato.
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07 julho, 2011
Oficinas de Escrita Criativa - Lisboa
Oficinas de Escrita Criativa, nos dias 16 e 23 de Julho, no Campo Grande, nº 56, Sala Dublim, em Lisboa.
Público alvo: jovens e adultos a partir dos 14 anos de idade.
Para mais informações e inscrições contacte-me através do email: antoniopaiva21@sapo.pt
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quinta-feira, julho 07, 2011
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agiotagem é crime!!!
há coisas tais, que me impedem de passar ao lado; de ficar à margem e, não é necessário ser especialista na matéria, para saber avaliar que aquilo que os tipos da moody´s estão a fazer a Portugal, é agiotagem pura e dura! ora, que eu saiba, e julgo saber bem, agiotagem é crime!!! por isso: punição urgente e exemplar aos AGIOTAS!!!
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02 julho, 2011
Oficinas de Escrita Criativa - Seixal
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30 junho, 2011
Oficinas de Escrita Criativa - Lisboa
Oficinas de Escrita Criativa, nos dias 9, 16 e 23 de Julho, no Campo Grande, nº 56, Sala Dublim, em Lisboa.
Público alvo: jovens e adultos a partir dos 14 anos de idade.
Contacto para mais informações e inscrições: antoniopaiva21@sapo.pt
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02 junho, 2011
Apresentação do Livro "À Conversa Com Alves Redol & As Sequelas" - Anadia
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01 junho, 2011
é pacote!!!, não é, pack!!!
ainda hoje, muitas pessoas e empresas, nos aliciam com o pacote, um pacote disto, um pacote daquilo, um pacote assim, um pacote assado, um pacote mais bem composto, ou um pacote mais escanzelado, enfim; uns e outros oferecem o pacote que têm, para oferecer. no tempo da minha avó Maria e da minha mãezinha Lurdes, na mercearia também era tudo aviado no pacote, um pacote de 100 gramas de colorau, um pacote de 250 gramas de café, um pacote de 500 gramas de açúcar amarelo (o mais barato à época). e, o pacote era feito ali na nossa frente, em papel pardo, ou mais fino quando a mercadoria o justificava, mas a verdade é que o pacote era feito destreza e mestria à frente do cliente e aviado de imediato.
no entanto, hoje por cá, com a tendência desmedida, dos tão sábios, para abastardar a língua portuguesa, há até quem afirme que a "lululizaram", vendendo a pátria e a honra ao desbarato; querem e exigem que compremos ao pack, ele é o pack de iogurtes, o pack de meias, o pack de cuecas, ora aprovam pack, ora chumbam pack, etc...etc... e, o pior de tudo, é que o pack disto ou daquilo, não é feito à nossa frente, é tudo feitinho com muita arte e engenho, nas nossas costas.
por isso; aos de pacote, recomendo que cada um vigie e guarde o seu, o melhor que souber e puder, e que o continuem a usar e a fazer com a classe e a dignidade que o pacote merece. aos de pack, quero lá saber como são aviados e servidos; aguentem-se!
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quarta-feira, junho 01, 2011
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31 maio, 2011
Lançamento do livro "À Conversa Com Alves Redol & As Sequelas" na Livraria Leya na Barata - Lisboa
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24 maio, 2011
Apresentação do Livro "À Conversa Com Alves Redol & As Sequelas" - Coimbra
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terça-feira, maio 24, 2011
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...
o teu corpo é um lago
onde mergulho até perder os sentidos
despindo a água por inteiro, morro na tua sede.
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terça-feira, maio 24, 2011
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19 maio, 2011
Apresentação do Livro "À Conversa Com Alves Redol & As Sequelas" - Braga
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Apresentação do Livro "À Conversa Com Alves Redol & As Sequelas" - Porto
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05 maio, 2011
Lançamento do livro "À Conversa Com Alves Redol & As Sequelas"
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28 abril, 2011
À Conversa Com Alves Redol & As Sequelas
Sábado dia 28 de Maio, às 16:30, na Livraria Leya Barata, Avenida de Roma, em Lisboa.
Mais adiante darei mais pormenores.
Um abraço e até já!
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quinta-feira, abril 28, 2011
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25 abril, 2011
a propósito de liberdade
a liberdade não é um direito, é um dever!
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02 abril, 2011
Escrita Criativa, com António Paiva
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sábado, abril 02, 2011
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21 março, 2011
Primavera
também eu nasci com ela e acabo por renascer em todas elas.
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segunda-feira, março 21, 2011
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11 março, 2011
mensagem
a percorrer os caminhos-de-dentro...
fiquem bem e até um dia destes!
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sexta-feira, março 11, 2011
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11 fevereiro, 2011
o pardal é um poema
o pardal é um poema;
tanta pena, tanta pena;
tantos ais, tantos ais;
escorrem lancinantes dos beirais;
temos pena, tanta pena, tanta pena;
a idosa estava morta atrás da porta;
não se abriu a porta por não cheirar mal.
o pardal é um poema;
nunca o seria não fosse tanta pena;
mas de facto o pardal é no seu todo um poema;
porque a idosa devia ter perecido de porta aberta;
e mais!, a idosa depois de morta foi perniciosa;
não pagou à “sociedade” o devido tributo.
vai daí o “estado” impoluto;
processou-a generosamente sem abrir a porta;
vendeu por tuta-e-meia o seu “jazigo”;
porque mesmo morta, devia ter pago e;
antes de morrer o seu dever era abrir a porta;
o pardal é um poema;
temos tanta pena; tanta pena, tanta pena;
tantos ais, tantos ais, escorrem lancinantes dos beirais;
temos tanta pena, tanta pena, e o pardal é um poema!
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sexta-feira, fevereiro 11, 2011
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31 janeiro, 2011
um olá e um breve excerto de algo a editar talvez em breve
Escorrem harmoniosos os sons da melodia, “O Quel Beau Bouquet de Fleurs” de Gheorghe Zamfir, numa tentativa de derrubar os muros da desarmonia que lhe vai na alma. Lenta e dorida surge a escrita, no ardor dos braços cansados, de tanto remar contra marés. Anda por aí um exacerbado exército a semear antolhos. A cercear horizontes. A anestesiar incautos. Há um sono colectivo a fazer jus à lei-do-menor-esforço. O mais certo é um destes dias haver um mendigar colectivo por uma côdea de respeito. De momento há o recurso ao bordão da resignação e da incúria, já que a sacola está rota. O ser humano, tem uma tendência desmedida, para circundar a orla do abismo, Salvador sabe-o bem, observador atento do exercício de todas as tramas.
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segunda-feira, janeiro 31, 2011
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22 dezembro, 2010
5º aniversário desta pastagem
são muitas as vezes em que faço chorar as palavras, são muitas mais as vezes que por elas choro. por elas tenho passado tanto tempo a despir a noite.
por mim, pelos amigos e leitores;
as palavras serão o meu alimento e a minha bandeira!
Boas Festas e, se puderem sejam Felizes em 2011.
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quarta-feira, dezembro 22, 2010
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22 novembro, 2010
António Paiva na Escola Secundária de Barcelos
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segunda-feira, novembro 22, 2010
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17 outubro, 2010
outrora; o mar cheirava a maresia
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domingo, outubro 17, 2010
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13 outubro, 2010
seriamente e a sério
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27 setembro, 2010
quem lhe desse uma pancadinha carinhosa no toutiço
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segunda-feira, setembro 27, 2010
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11 setembro, 2010
retalhos
umas vezes sou mais, outras sou muito menos, outras ainda volto-me as costas, outras tantas vejo-me na íntegra. espectro de querência durante a manhã, lugar de esopo ao entardecer, porque os espelhos mentem todas as noites. há em mim uma longanimidade intermitente, por vezes bálsamo, por vezes autoflagelação.
sou capaz de amar entre as fases da lua e nos plenilúnios, não sou capaz de viver sem um amor que acasale com o meu, ainda que eu seja a maior parte do tempo um rio de ausência. nem sempre é fácil transpor o pórtico ogivado e chegar até mim, no entanto rendo-me facilmente à surpresa do gesto, à delícia de me deixar escorrer pelo mel dos lábios, com os olhos marejados de sal.
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sábado, setembro 11, 2010
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04 setembro, 2010
Recensão Crítica a Livro Imperfeito de António Paiva
www.todasasmusas.org
A imperfeição ganha corpo (de letra) – Tiago Aires
Professor de Língua Portuguesa e Português do 3.º ciclo e Ensino Secundário no Colégio D. Diogo de Sousa – Braga, Mestre em Literatura Românica, Estudos Brasileiros e Africanos pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
A quem leu e a quem não leu o livro, sugiro que sigam o link http://www.todasasmusas.org/03Tiago_Aires.pdf acho que vale a pena despender algum tempo na leitura do artigo.
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16 agosto, 2010
falta-me o sorriso de gioconda
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segunda-feira, agosto 16, 2010
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15 agosto, 2010
o disparate estala como ouriço de castanha
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domingo, agosto 15, 2010
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10 agosto, 2010
substantivo-te
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terça-feira, agosto 10, 2010
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03 agosto, 2010
Sessão de Autógrafos na Feira do Livro da Póvoa de Varzim
Conto a vossa presença.
Até já!
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terça-feira, agosto 03, 2010
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23 julho, 2010
às vezes escrevo tão perto do que sinto
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sexta-feira, julho 23, 2010
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14 junho, 2010
apneia humana
esta apneia humana que faz de mim pedra submersa,
às vezes fóssil; crosta calcinada, matriz atroz.
há um óbelo em forma de vespa assinalando as falhas;
uma teia de intempéries a aprisionar-me a boca.
um fluxo sinistro de membranas em elipse;
a estrangular o ventre desta lua de silêncios.
nas casas sonhos arcaicos transcritos prescritos;
silêncios engomados naftalina e bolor salivado.
asfalto sede ruptura caverna muro;
veios traços arestas bocejos e bocas sem beijos.
sexo agudo que sobra da amargura;
há uma luz cega nesta imensa bruma de apneias
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segunda-feira, junho 14, 2010
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04 junho, 2010
coisas dos pés na minha cabeça
os meus pés continuam a andar um atrás do outro; às vezes juntam-se, outras vezes também se separam.
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sexta-feira, junho 04, 2010
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25 maio, 2010
era segredo e agora já não
foi escrito respeitando a beleza formal da língua, mesmo no mais descarado linguado. por respeito à freirinha dos papos de anjo, não se faz uso do palavrão, nem de gestos obscenos.
[anda por aí tanto sacana e só me restam dois pares de estalos]
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terça-feira, maio 25, 2010
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18 maio, 2010
Apresentação do Livro Imperfeito na Fnac Leiria
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terça-feira, maio 18, 2010
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30 abril, 2010
mais leve e mais nua
entre as linhas do corpo há a baía dos seios, o abrigo das coxas a implorar tremores, a vertigem dos declives, a exaltação.
reparte-se divide-se cada vez mais inteira, entre os gemidos e o fulgor dos silêncios, no prodígio da nudez completa, vibra todo o universo.
[agora dorme serena mais leve e mais nua até à primeira claridade]
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sexta-feira, abril 30, 2010
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05 abril, 2010
Agenda do "Livro Imperfeito"
Pré-lançamento em Anadia, na Biblioteca Municipal, inserida nas cerimónias de abertura da Feira do Livro.
Apresentação do livro por alunos e professores da Escola Secundária de Anadia e do Colégio Nossa Senhora da Assunção.
11 de Abril às 21:30
Lançamento na Fnac Coimbra, inserido no programa da
Festa do Livro da Fnac
Apresentação do livro por José António e Rafaela Carvalho
14 de Abril, às 16:30
Apresentação em Guimarães, na Fnac Guimarães
Apresentação do livro por Alexandra Cruz Mendes
15 de Abril, às 21:30
Apresentação no Porto, na Fnac Norte Shopping
Apresentação do livro por Sónia Macedo
17 de Abril, às 16:30
Apresentação em Lisboa, na livraria Bulhosa Entrecampos
Apresentação do livro por Ana Correia
24 de Abril, às 17:30
Apresentação no Funchal, na Fnac Madeira
Apresentação do livro por Édison de Almeida
1 de Maio às 21:30
Apresentação em Braga, na Fnac Braga
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segunda-feira, abril 05, 2010
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21 março, 2010
falta-me a outra margem
[por acaso nasci hoje; mas já foi há muito tempo]
[d c; são duas letras e uma alma]
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domingo, março 21, 2010
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06 março, 2010
magnitude e simplicidade
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25 fevereiro, 2010
excerto
ardem-me os olhos, arde-me o corpo desde onde começa até onde termina, nas extremidades o ardor é mais agudo. e quanto mais a minha vida se dilata, mais avultam os defeitos. coisas da fraqueza e desatenção, a tragédia singular da banalidade de uma vida comum. os sonhos intrometem-se na vida e a vida priva-nos deles. só os que têm a coragem de enfrentar o julgamento e cumprir a pena, são capazes de sonhar verdadeiramente, porque acreditam no que sonham, e acreditar no que se sonha, é acreditar que se pode ser feliz.
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quinta-feira, fevereiro 25, 2010
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24 fevereiro, 2010
Tragédia na Madeira
DONATIVOS
- Conta nº 1626371377, NIB nº 003800011626371377113 do Banif
- Conta Banif Solidariedade Com as Vítimas da Madeira, NIB: 0038 0040 50070070771 11
- Conta "BES Madeira Solidário", com o NIB: 000700000083428293623
- Conta Santander Totta "Solidariedade com a Madeira": NIB 001800032271378802021
- Solidariedade BBVA "Colabore com a Madeira": NIB 001900010020018168915
- Millennium BCP "Vítimas do Temporal da Madeira": NIB 003300000025125124405
- Barclays "Conta Madeira", 003204700020325226041
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quarta-feira, fevereiro 24, 2010
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18 fevereiro, 2010
no avesso de mim
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19 janeiro, 2010
11 janeiro, 2010
Curso Escrita Criativa
(clique nas imagens para ampliar)Horário de funcionamento de segunda-feira a sexta-feira, das 18:30 às 22:30.
As inscrições estão limitadas a um máximo de 12 participantes.
Para mais informações e inscrição:
Escola Profissional Cristóvão Colombo - Avenida do Infante, 6 - Funchal.
Telefone 291201770
info@epcc.pt
marleneandrade@epcc.pt
Marlene Andrade
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01 janeiro, 2010
Bem-vindos a 2010
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sexta-feira, janeiro 01, 2010
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Etiquetas: 2009, antónio paiva, Fim de Ano, Funchal, Ilha da Madeira, Portugal
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22 dezembro, 2009
4º aniversário da pastagem
quatro anos por aqui a semear o pasto, uns com mais sementeira do que outros, ainda assim semeando.
durante este tempo nasceram 5 livros individuais e a participação num colectivo, visitei dezenas de escolas um pouco por todo o país e na ilha onde vivo.
o ano que se aproxima terá um início repleto de novos projectos; um curso de escrita criativa da minha autoria, um projecto de escrita numa instituição que orienta jovens carenciados e um novo livro em prosa, isto para além de diversas actividades que pretendo levar a cabo durante o ano; tenha eu arte engenho e perseverança para tal.
a todos quantos me têm apoiado e incentivado quero manifestar-lhes a minha profunda gratidão e carinho.
um abraço e Boas Festas.
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terça-feira, dezembro 22, 2009
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28 novembro, 2009
usufruto
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23 novembro, 2009
destinos nossos
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15 novembro, 2009
Sugestão para Oferta de Natal
(clicar nas imagens para ampliar)Para efectuar encomendas visite o site www.vinicolacastelar.com/, onde estão disponíveis os diversos contactos e, aproveite a oportunidade para conhecer os produtos de excelente qualidade, das Caves Castelar.
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domingo, novembro 15, 2009
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22 outubro, 2009
um lábio de utopia

o lábio adormecendo o silêncio
sem ardor nem onda nem espuma
dilata-se o sossego e tudo é oceano
dormiu de janelas abertas à palavra
um sono de transparência breve
ao acordar disseram-lhe;
que o deserto se vestira de verde e azul
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quinta-feira, outubro 22, 2009
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10 outubro, 2009
Como adquirir o livro 70 poemas por um sorriso
O preço do livro são 5€ mais despesas de envio.
A totalidade da receita reverte a favor da APPACDM de Setúbal
Uma excelente sugestão para oferta de Natal.
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sábado, outubro 10, 2009
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14 setembro, 2009
Lançamento do Livro 70 poemas por um sorriso
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segunda-feira, setembro 14, 2009
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10 setembro, 2009
70 poemas por um sorriso - O rosto do livro
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quinta-feira, setembro 10, 2009
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07 setembro, 2009
70 poemas por um sorriso
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segunda-feira, setembro 07, 2009
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26 agosto, 2009
anseio
anseio todas as palavras simples,
com a mesma ânsia que encaro o meu rosto.
anseio na escrita de todos os dias,
a memória da memória permeável às diferenças.
todos têm as suas próprias leis,
pedem-me que as entenda,
continuando indiferentes à minha ânsia.
habito sob esta pele,
matéria bárbara e adversa,
na ânsia de não favorecer a desistência.
depois acusam-me da ausência,
como se tudo fosse apenas e só um poema ambíguo.
anseio sobreviver,
a esta fadiga que me impõem, torrente de egoísmo.
a todos devo, mesmo aos desconhecidos,
anseio tanto pagar-lhes para que me deixem em paz.
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quarta-feira, agosto 26, 2009
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18 agosto, 2009
pensamento pró fundo
o cão que morde o cão como se fosse o dono.
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terça-feira, agosto 18, 2009
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17 agosto, 2009
por nojo
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15 agosto, 2009
!
antes dar pérolas a porcos, que palavras à iliteracia congénita
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sábado, agosto 15, 2009
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13 agosto, 2009
avó Maria
preciso de voltar a essas casas
pedras e telhados das minhas origens.
avó Maria,
quero de novo os vinte escudos
embrulhados num sorriso na palma da tua mão
no alpendre da tua casa aos domingos à tarde.
que saudade da lisura da tua bondade
poema vivo da minha juventude
o pão fumegante saído do forno
recheado de petingas temperadas de azeite
que as tuas mãos calejadas me ofereciam.
outrora crescia-me a água na boca feliz
hoje as memórias humedecem-me o olhar.
aqueles degraus rasos de pedra
onde saboreava o delicioso manjar
são agora o tempo a latir o silêncio
as intempéries levaram o teu rosto
a nitidez da perda é a matriz do meu longe.
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quinta-feira, agosto 13, 2009
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06 agosto, 2009
dedico-te estas palavras

dedico-te estas palavras
com mãos quentes calejadas
dedico-tas por não m’as teres pedido
germinaram dos meus olhos sem teias
são sinceras, rainhas e plebeias
são a travessia branca da minha alma
a metamorfose de mim na palavra toda
um voo oblíquo de matéria ardente
um silêncio habitável por toda a gente
respira este lugar calmo transparente
na invulnerável superfície da página
vive medita e lê como quem sente
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antónio paiva
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quinta-feira, agosto 06, 2009
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