03 fevereiro, 2009

in Genéricos 16

É por vezes sibilante a solidão dos audazes. Perante a astúcia nocturna dos algozes. E não me venham dizer que ser audaz, é ser potencial inimigo de tudo. Não me peçam vagidos de anuência para lhes proporcionar uma existência tranquila. E aos que lhes seguem os passos e lhes servem de capa. Seja lá qual for a motivação que os move. Podem ter a certeza que a uns e a outros, tudo farei para que a respiração lhes seja escassa.

uma espécie de escritos avulso

para ler sem receituário


4 comentários:

AnaMar (pseudónimo) disse...

Não, não digo. Porque ser audaz é muito mais do que isso, é escrever assim, numa libertação de consoantes, vogais, sonantes, intemporais.

escarlate.due disse...

nem te peço e nem dou!!

tu andas um bocado a dar para o irritadiço, ai andas andas

toma lá um beijo e vê se te acalmas :P

José Miguel Gomes disse...

Que escassa seja a vida que lhes sobe ao cérebro.

Ana disse...

Para "a astúcia nocturna dos algozes" respiração escassa ainda é pouco.
Só pereceberiam se os seus actos tivessem um inteiro efeito de boomerang...
Um abraço, poeta.