20 dezembro, 2008

in Genéricos 4





Ao amor o tempo sempre lhe foi curto, enquanto cresce a vontade dos que o partilham. Ainda há pouco, mesmo há muito pouco, vi o poeta tocar com o dedo na paisagem. E dissipou-se a névoa da frescura da manhã, surgiu então a imensa página azul do oceano.

uma espécie de escritos avulso
para ler sem receituário

antónio paiva

5 comentários:

escarlate.due disse...

deve andar apaixonadinho!!! so pode!!!


olha quando fores lá escreve o código do teu cartão multibanco que me vais enviar
:P

© Piedade Araújo Sol disse...

o dedo na paisagem?!o poeta anda à procura de algo, mas de inspiração não é. ela está patente neste e os textos anteriores.

beijo

Jofre Alves disse...

Venho apreciar este magnífico blogue e desejar um santo e Bom Natal e um Próspero Ano Novo, tudo cheio das maiores felicidades, repleto de esfusiante alegria, com tudo de bom, com muito bacalhau e rabanadas minhotas.

Ana disse...

Não sabendo de poesia, não sei tocar com o dedo na paisagem. Mas sei tocar com os olhos e o coração quem e o que se cruza no meu caminho. O que já é um dom que me faz sentir rica.

Papoila disse...

O tempo é mesmo muito curto para as coisas boas da vida.

Um beijo de carinho

BF