24 abril, 2008

eu nasci rio (a propósito de liberdade e tal)






Como eu queria, mas queria mesmo tanto, que na minha memória não restasse um só pedaço, de toda esta podridão.

Querem-me escravo; da lassidão, da incúria, da inépcia, da iletracia, da vulgaridade.

Não!

Eu nasci rio para correr livremente e transbordar as margens sempre que for preciso.

antónio paiva

P.S.
Para que conste; eu vou andar por aí, passando por ali, depois regresso aqui.

Até já!

12 comentários:

Carla disse...

e eu sou água que se solta das margens
bom fim de semana
beijos

foryou disse...

Oh rapaz mas quem te disse uma coisa dessas?? Nós queremos é que não te afogues em tanta água!! Vá lá que parou de chover e talvez o rio corra mais devagar :P

Estás onde??? Queres é passeata!!! Ora vê lá se convidaste aqui a je :P

Toma lá 1 beijo para não reclamares tanto :)

ana disse...

Corre livre, transborda, inunda.
De gente que, como tu, se importa e age é que este mundo precisa.

Um abraço.

amigona avó e a neta princesa disse...

Um abraço em Abril...

kurika disse...

...eu sou margem, deixando-me banhar nas tuas águas!

Bjinho

Nilson Barcelli disse...

Todos nos queremos escravos.

Somos um povo que se afoga na lassidão, na incúria, na inépcia, na iliteracia, na vulgaridade.

Não há um culpado.
Todos somos culpados.

Bfs, abraço.

Claudinha disse...

Pois seja sempre rio meu amigo, que corre manso,apesar das margens que o oprimem. Suas águas vencem, sobrepoem,contornam os obstáculos e desaguam no mar, que é bem maior...
Um beijo!

f.d.p. disse...

mt legal o blog
passarei aqui sempre
vamos nos linkar? :}

Lyra disse...

Transbordar as margens, sem medos, é o que é - de facto - preciso!

Rio livre...

Beijinhos e até breve.

;O)

impulsos disse...

Um rio que corre livre... isso sem sombra de dúvida alguma.Tive o enorme prazer de o confirmar um dia destes.
E saltar das margens sempre que lhe apetecer, porque não?
A irreverência é uma virtude também!

Beijo

david santos disse...

Excelente, António!
Parabéns.

segurademim disse...

... nem mais

livre o pensamento, voluntariosa a acção