03 janeiro, 2009

in Genéricos 8




Na oficina do imaginário, coutada perene de lirismo e paradisíaco devaneio, onde o artista alimenta o génio. Aqui, à beira deste azul ondulado, o talento é necessário – mas – carece de sustento.


uma espécie de escritos avulso
para ler sem receituário
antónio paiva

5 comentários:

escarlate.due disse...

e queres maior sustento que esse imenso azul iluminando o poeta?!!
não achas que já andas a pedir demais??!!! :P
beijooooooo

Multiolhares disse...

Mas olhando o mar encontramos sempere sustento para a imaginação
beijinhos

Joana disse...

Amigo,

Desejo-te um óptimo ano de 2009, tens o mar ao teus pés e as sereias procuram o teu talento para se banharem em palavras.

Aquele abraço e beijinho grande,

Joana

Vanda Paz disse...

Enviar-te-ei um pouco de vento norte, a brancura de uma camada de neve matinal, o cheiro das vinhas cansadas… quem sabe se te darão sustento… quem sabe, se o aroma da serra em contraste com o teu lindo mar te faça brilhar… quem sabe…

Beijo

Ana disse...

Na oficina do teu imaginário, ao que se nota, o azul daí, mais as lembranças de outros lugares e tempos dão o alimento de que precisas. Porque continuas produzindo bem no teu ofício de juntar as letras.

:)